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Melhores trilhos e percursos pedestres de Trás-os-Montes e Douro

· 4 min de leitura

Afloramento rochoso e giestas em flor na serra dos Passos, em Mirandela

Cada serra da região já tem guia próprio, com aldeias, acessos e onde dormir. Esta página só serve para escolher por onde começar e para o que é comum a todos os percursos: época, dificuldade e segurança. Os trilhos sinalizados mudam e há troços que fecham. Confirme sempre no parque ou no posto de turismo antes de sair.

Por onde começar

  • Parque Natural de Montesinho (Bragança e Vinhais). Aldeias, dois sistemas de marcação de PR, Porto Furado e o lado de Vinhais: aldeias do Parque Natural de Montesinho. Primavera e Outono. No Inverno há geada e, nas cotas altas, neve.
  • Parque Natural do Alvão. Fisgas de Ermelo, Lamas de Olo, o PR3 e o miradouro: Parque Natural do Alvão. A cascata leva mais água no Inverno e na Primavera. O trilho tem piso rochoso e não é um passeio curto.
  • Barroso e Gerês (Montalegre). Pitões das Júnias, o mosteiro de Santa Maria das Júnias, Tourém e a serra do Larouco: o que visitar em Montalegre e no Barroso. Nas cotas altas, o Inverno é de neve e nevoeiro.
  • Rios, no Verão. Caminhar de manhã e parar numa praia com vigilância: praias fluviais de Trás-os-Montes. Confirme a classificação da água. Há zonas de banho que não são praias identificadas.
  • Senhora da Graça, em Mondim de Basto, se o plano for o santuário e não a cascata: Senhora da Graça e Mondim de Basto.

Douro Internacional

O guia de Miranda do Douro e do Douro Internacional junta o cruzeiro, os miradouros e os trilhos, da Penha das Torres ao Penedo Durão e à Calçada de Alpajares. O parque estende-se por Miranda do Douro, Mogadouro e Freixo de Espada à Cinta, entre outros. O miradouro de São João das Arribas, em Miranda, é o mais fácil. Nas falésias nidificam grifo, abutre-do-egipto, águia-real, águia de Bonelli e cegonha-negra: leve binóculos e mantenha distância.

A época é a Primavera, para as aves, e o Outono. Entre Junho e Setembro o planalto aquece muito; caminhe de manhã. O texto antigo sobre a vila está em Miranda do Douro: monumentos e romarias.

Onde dormir

Durma junto do parque que vai caminhar, não a uma hora de carro se o plano é sair cedo.

A lista completa de parques de campismo está em parques de campismo. Caminhadas marcadas, quando as houver, entram na agenda.

Conselhos de segurança

  • Botas ou sapatilhas de trilho. Junto a cascatas o piso escorrega.
  • Água e comida consigo. Em muitos percursos não há fonte segura nem rede de telemóvel.
  • No Verão, o Douro Internacional, Montesinho e o Barroso aquecem ao meio-dia. Saia cedo.
  • Nas serras altas o nevoeiro e a neve fecham o caminho depressa. Veja a previsão e não entre no nevoeiro se não souber orientar-se. O guia da neve em Trás-os-Montes diz que estradas costumam cortar.
  • Diga a alguém o percurso e a hora a que conta voltar. Feche as cancelas. Não deixe lixo, não incomode gado nem fauna, não faça fogo.

Em emergência, 112.

Perguntas frequentes

Qual é a melhor época para caminhar em Trás-os-Montes?

Primavera e Outono, na maior parte dos parques. O Verão serve para as praias fluviais e para a alta montanha do Barroso, de manhã. O Inverno é frio e, nas cotas altas, com neve.

Há trilhos fáceis, com crianças?

Os caminhos à beira-rio e alguns miradouros do Douro Internacional, sim. As Fisgas de Ermelo e as voltas de serra no Barroso, não: são mais longos e com desnível.

Preciso de guia?

Nos percursos sinalizados, em geral não, desde que leve o mapa do parque e a previsão. Para a observação de aves no Douro Internacional, ou para a montanha com nevoeiro, um guia local compensa.

Onde confirmo se o trilho está aberto?

No parque (Montesinho, Alvão, Douro Internacional ou Peneda-Gerês) e no posto de turismo do concelho. São eles que sabem dos troços fechados.

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