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MensagemEnviado: Terça Dez 25, 2007 1:44 pm 
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BT: 15 mortos na estrada desde início «Operação Natal 2007»

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O despiste de um veículo ligeiro no IC2, em Madalena, concelho de Leiria, provocou hoje quatro mortos e um ferido grave, disse à Lusa o comandante distrital do CDOS de Leiria. Ascende assim a 15 o número de mortos na estrada desde o início da «Operação Natal 2007».

O acidente ocorreu às 07:30, no IC2, precisou o responsável do Comando Distrital de Operações de Socorro (CDOS), adiantando que «de nada valeu a rápida intervenção dos bombeiros, uma vez que devido à violência do despiste quando chegaram ao local os passageiros já estavam mortos».

No local estiveram quatro viaturas e onze homens dos Bombeiros de Leiria.

Este acidente eleva para 15 o número de vítimas mortais registadas nas estradas portuguesas desde sexta-feira, o primeiro dia da «Operação Natal 2007» da Brigada de Trânsito (BT) da Guarda Nacional Republicana (GNR).

O último balanço da BT, divulgado hoje, apontava 1.031 acidentes nos quatro dias da operação de fiscalização, dos quais resultaram 11 mortos, 29 feridos graves e 337 feridos ligeiros.

Até quarta-feira, a GNR tem em marcha nas estradas portuguesas a «Operação Natal» 2007, que começou às 00:00 de sexta-feira, e que envolve dois mil elementos da Brigada de Trânsito e das Brigadas Territoriais, apoiados pela Brigada Fiscal e pelos regimentos de Cavalaria e Infantaria.

Numa segunda fase, com igual número diário de militares no terreno, a GNR inicia às 00:00 de 28 de Dezembro a «Operação Ano Novo», que se prolonga até às 24:00 de 02 de Janeiro.

Diário Digital/Lusa

25-12-2007 12:27:08

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MensagemEnviado: Terça Dez 25, 2007 11:37 pm 
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Porto: Detido condutor com 2,76 gramas/l de álcool no sangue

A Divisão de Trânsito da PSP do Porto deteve hoje de manhã, no Porto, um condutor com uma taxa de alcoolemia de 2,76 gramas por litro de sangue, anunciou fonte policial.

Segundo fonte da DT da PSP, o condutor acusou no teste de alcoolemia efectuado no local onde foi interceptado uma taxa superior a três gramas por litro de sangue.

«No segundo teste, efectuado já nas instalações da polícia, o condutor tinha uma taxa de 2,76», acrescentou.

Segundo a mesma fonte, o condutor foi interceptado na Rua do Freixo, cerca das 08:00, quando conduzia e bebia champanhe ao mesmo tempo.

A taxa máxima de álcool no sangue permitida por lei é de 0,49 gramas por litro de sangue.

Uma quantidade de 0,5 a 0,80 gramas de álcool por litro de sangue é considerada uma infracção grave, sendo de 0,81 a 1,19 muito grave.

Diário Digital/Lusa

25-12-2007 12:54:32 ~

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MensagemEnviado: Quinta Dez 27, 2007 2:15 am 
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PSP/Natal: Nº mortos/feridos graves baixou este ano


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PSP registou, entre as 00:00 de 21 e as 24:00 de 25 de Dezembro, uma «descida» de diversos índices de sinistralidade rodoviária, com especial incidência na diminuição de feridos graves (menos 66,67%).

Segundo um balanço hoje apresentado, relativamente ao número de acidentes na sua área de actuação, a Polícia de Segurança Pública (PSP) contabilizou 813, contra 955 em igual período de 2006, o que corresponde a menos 14,87%, tendo o número de mortos descido de dois, em 2006, para um, em igual período de 2007.

Quanto aos feridos graves, dos 18 registados em 2006, o número baixou no Natal deste ano para 6 (menos 66,67%), enquanto os feridos ligeiros passaram de 198 em 2006 para 177 em igual período de 2007, de acordo com o balanço da «Operação Natal«.

O total de feridos registou, também, uma descida de 216 para 183, o que representa menos 15,28%.

Este balanço insere-se no âmbito da operação «Polícia Sempre Presente - Natal em Segurança 2007 e Viagem Segura 2007», cujos dados mais alargados e com início a 25 de Novembro registam também uma diminuição das vítimas mortais de 16 (em 2006) para 10 (em 2007), ou seja, menos 37,5%.

O balanço da «Operação Natal» da Guarda Nacional Republicana (GNR), cuja jurisdição abrange as principais estradas nacionais, é mais dramático, embora registando também uma descida de vários índices da sinistralidade rodoviária, em comparação com o período homólogo de 2006.

Quinze pessoas morreram este ano nos cinco dias da «Operação Natal» da GNR, menos três do que em igual período do ano passado, disse hoje de manhã à agência Lusa fonte da Brigada de Trânsito.

Só no dia de Natal, a Brigada de Trânsito registou 156 acidentes, cinco vítimas mortais, sete feridos graves e 57 ligeiros.

Durante a «Operação Natal 2007», que decorreu entre 21 e 25 de Dezembro, ocorreram 1.187 acidentes de viação, dos quais resultaram 15 vítimas mortais, 36 feridos graves e 394 feridos ligeiros.

Comparativamente ao mesmo período do ano passado, houve menos 344 acidentes, menos três vítimas mortais, menos oito feridos graves e menos 31 feridos ligeiros.

A PSP e a GNR recomendam que antes de viajar se verifique as condições de segurança do veículo, se preserve a distância de segurança na estrada, se modere a velocidade e «se conduzir não beba álcool».

Diário Digital/Lusa

26-12-2007 19:04:19


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MensagemEnviado: Domingo Dez 30, 2007 1:01 am 
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Dois mortos no primeiro dia da “Operação Ano Novo”

GNR registou 225 acidentes, um ferido grave e 44 feridos ligeiros

No primeiro dia da "Operação Ano Novo" da GNR registaram-se 225 acidentes de viação, dois mortos, um ferido grave e 44 feridos ligeiros.

No total, foram fiscalizados 2.720 condutores, tendo sido levantados 1.464 autos de contra-ordenação, dos quais, 816 corresponderam a infracções graves e 87 a infracções muito graves.

Relativamente ao controlo do álcool, a GNR fiscalizou 1.102 condutores, dos quais 19 apresentaram excesso.

Três condutores foram detidos por atingirem uma taxa de álcool no sangue (TAS) igual ou superior a 1,20 gramas por litro de álcool no sangue, considerada crime.

Esta acção especial de fiscalização da GNR começou às 00:00 de sexta-feira e prolonga-se até às 24:00 de 02 de Janeiro, em colaboração com a Protecção Civil e os Bombeiros.


In Jornal de Notícias

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MensagemEnviado: Segunda Dez 31, 2007 1:04 am 
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GNR: Três feridos graves em acidentes nas estradas


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Três pessoas ficaram este domingo gravemente feridas em acidentes de viação nas estradas portuguesas, duas delas vítimas de atropelamento no distrito de Coimbra, disse à Lusa fonte da Brigada de Trânsito da GNR.

Além do ferido grave registado no choque em cadeia, ocorrido hoje de manhã na Auto-estrada do Norte (A1), na zona de Albergaria-a-Velha, Aveiro, duas pessoas foram atropeladas com gravidade durante a tarde no distrito de Coimbra, uma delas no IP3.

No distrito de Lisboa, uma viatura despistou-se e capotou cerca das 17:50 na Aveninda Lusíada, e dos cinco ocupantes apenas um deles, uma criança de sete anos, foi hospitalizada para observação.

A GNR indicou ainda que, cerca das 19:00, registava-se trânsito intenso na saída de Lisboa pela ponte 25 de Abril, mas sem paragens, com filas de cerca de 200 metros nas zonas das portagens.

Regista-se ainda trânsito intenso em Albufeira, Algarve, um dos destinos dos portugueses para a passagem do ano.

Diário Digital / Lusa

30-12-2007 19:37:00


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MensagemEnviado: Quarta Jan 02, 2008 6:28 pm 
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Acidentes nas estradas fizeram mais 8 mortos em 2007


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Em 2007 registaram-se 858 mortos em acidentes rodoviários no continente, mais oito do que no ano anterior, mas este número pode ainda ser maior porque estima-se que 14% dos feridos hospitalizados acabem por falecer.

Estes dados são provisórios e foram esta quarta-feira apresentados numa conferência de imprensa conjunta entre a Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária (ANSR), PSP, GNR e Autoridade Nacional de Protecção Civil, que colaboraram na campanha «Mortes na Estrada - Vamos travar este drama», que decorre desde 25 de Novembro.

Segundo dados apresentados pela ANSR, 858 pessoas morreram em 2007 devido a acidentes de viação, havendo ainda a registar 3.090 feridos graves e 42.631 feridos leves.

De acordo com os balanços provisórios apresentados pela PSP e pela GNR, a estas 858 vítimas mortais há ainda que somar pelo menos outras 30 mortes ocorridas em acidentes nos Açores e na Madeira, onde a contabilidade é da responsabilidade dos governos autónomos e não da competência da ANSR.

No entanto, o número das vítimas mortais das estradas portuguesas deverá ser muito maior, já que os números oficiais das autoridades apenas incluem as vítimas que morrem no local do acidente ou durante o transporte para o Hospital.

«A informação que temos em relação às vítimas que acabam por falecer nos hospitais não é fiável. Apenas temos um indicador, segundo um estudo que seguiu um milhão de internamentos e permitiu concluir por amostragem que 14% das vítimas de acidentes morreriam nos próximos dias», disse Paulo Marques, presidente da ANSR, admitindo que estas são vítimas de acidentes não contabilizadas nos números oficiais.

Apesar de terem sido registados mais oito mortos do que no ano passado, já foi ultrapassada «a meta que foi proposta no Plano Nacional estratégico de prevenção rodoviária, que era diminuir em 50% o número de mortos e feridos graves até 2009», segundo Paulo Marques.

«Só entre 2000 e 2007 o número de vítimas mortais diminuiu 51%», disse.

«Cada vítima mortal em sinistralidade custa cerca de 200 mil contos em moeda antiga ao Estado, segundo os dados que Portugal comunica a Bruxelas», acrescentou.

A ANSR está a preparar um novo plano estratégico, com 21 objectivos que deverão ser atingidos até 2015, que está em fase de estudo por grupos de trabalho e deverá ser aprovado até ao final do ano.

Entre as novas propostas está «colocar Portugal no top-10 dos melhores países europeus» em termos de bons resultados de prevenção rodoviária.

«É um objectivo mobilizador. Queremos passar a mensagem de que é possível estarmos entre os melhores da Europa. Na estratégia serão apresentados os meios, mas ainda falta um longo caminho a percorrer», considerou.

Quanto à campanha «Mortes na Estrada - Vamos travar este drama», iniciada a 25 de Novembro, os dados apresentados revelam que, até 01 de Janeiro, «este foi o ano em que, no período homólogo, foi mais baixo o números de vítimas mortais nas estradas, com menos 3,7%, com os feridos graves a diminuírem 12,7%».

O mês de Dezembro foi também o que registou menos vítimas desde 1998, com 63 mortos, quando em 2006 morreram 87.

De 25 de Novembro até às últimas 24 horas, na área de responsabilidade da GNR registou-se uma diminuição significativa de acidentes rodoviários, com menos 24 vítimas mortais do que no período homologo do ano passado (menos 27%).

Também na área de intervenção da PSP, normalmente junto aos grandes centros urbanos, tem-se verificado um decréscimo dos índices de sinistralidade neste período desde 2004, embora este ano com um pequeno aumento de feridos ligeiros.

Foram fiscalizados 395.048 condutores, levantados 55.367 autos, 4.088 infracções graves e 21.343 graves, as que mais contribuíram para acidentes.

A GNR referiu ainda que multou 17.246 condutores por excesso de velocidade.

Ambas as forças revelam terem detido um total de 1.533 condutores por embriaguez (condução por influência de álcool superior a 1,20 gramas por litro de sangue), 815 por falta de carta e 177 por outros motivos.

Segundo o tenente coronel Joaquim Leitão, da Autoridade Nacional protecção civil, Lisboa, Porto Aveiro e Braga foram os distritos onde se verificaram mais intervenções, nomeadamente incêndios e intervenção pré-hospitalar, durante a campanha «Viagem segura», iniciada a 22 de Dezembro e até ao primeiro dia do ano.

Diário Digital / Lusa

02-01-2008 16:57:08


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MensagemEnviado: Domingo Jan 27, 2008 5:03 pm 
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Operação-surpresa da BT trava corrida de motos na A 28

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A Brigada de Trânsito da GNR do Porto revelou ter travado hoje a utilização da A28 para uma corrida de motos através de uma operação-supresa de fiscalização a todos os veículos de duas rodas que ali circulavam.

Fonte da BT/Porto disse que os seus efectivos cortaram a via esquerda do sentido Viana-Porto da A28, no final da área de serviço de Vila do Conde, e fiscalizaram todas as motas que ali transitavam.

A GNR dispersou também dezenas de pessoas que se concentravam nos viadutos sobre a A28 aparentemente à espera do início da corrida de motos.

A acção, iniciada a meio da manhã, prolongou-se até às 13h00, sendo desencadeada na sequência de denúncias sobre um número anormal de veículos de duas rodas que circulavam naquela auto-estrada em alta velocidade.

O número de infracções total está ainda por contabilizar, mas a fonte disse que, na maior parte dos casos, foram detectadas matrículas colocadas de forma irregular, de modo a impedir que as autoridades policiais não as pudessem registar.

A Euroscut concessionária do traçado já se tinha queixado, em Março do ano passado, que aquela auto-estrada era utilizada para corridas de motos aos domingos de manhã.

Na mesma altura, o Moto Clube de Matosinhos fez saber que só entre o quilómetro 19 e 20 da A28, zona de Modivas, morreram nos últimos dez anos, mais de 10 motociclistas.

Diário Digital / Lusa

27-01-2008 15:39:00


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MensagemEnviado: Sábado Fev 09, 2008 1:04 am 
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Portugueses conduzem com cartas estrangeiras

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DANIEL LAM
ORLANDO ALMEIDA

Os portugueses estão a recorrer cada vez mais a países onde se facilita a atribuição de carta de condução ou se promove a sua falsificação para depois obterem, junto das entidades oficiais portuguesas, o título de condução devidamente legalizado.

Ana (nome fictício) contou ao DN ter pedido uma carta de condução a amigos que vivem no Brasil. Rapidamente lhe enviaram uma, que depois trocou directamente por uma carta de condução portuguesa, emitida pela Direcção-Geral de Viação (DGV), organismo entretanto extinto e substituído pelo Instituto da Mobilidade dos Transportes Terrestres (IMTT) e Autoridade Nacional da Segurança Rodoviária.

Ana, de 42 anos, é portuguesa e viveu dezenas de anos no Brasil, onde conduzia sem carta para o fazer. "Mas isso não é problema. Muita gente conduz sem carta no Brasil. Quando voltei para Portugal, há dois anos, disseram-me que aqui não podia andar sem carta. Falei com amigos do Brasil, que me disseram ser fácil arranjar uma carta de condução".

E foi mesmo. "Pouco tempo depois mandaram-me pelo correio a carta de condução brasileira, fui à DGV e passaram-me a carta portuguesa", relatou Ana. Admite, no entanto, ter "dificuldade em saber o que querem dizer muitos sinais. E não sei quem tem prioridade nos cruzamentos, porque nunca tive aulas de Código da Estrada".

Marrocos é outro país "onde facilmente se obtém carta", confidenciou ao DN fonte do sector rodoviário. "Há quem vá uma ou duas semanas de férias para Marrocos e volta de lá com uma carta de condução, que depois também consegue trocar directamente, pela via oficial, por uma carta portuguesa", referiu.

Na sua opinião, uma pessoa que obtém um título de condução "em tão pouco tempo não pode ter os mesmos conhecimentos de quem frequenta em Portugal todas as aulas para depois fazer os exames".

De acordo com a mesma fonte, "a maioria dos pedidos para trocar cartas de condução estrangeiras refere-se a cidadãos do Brasil, Ucrânia, Roménia e África".

Quanto a estes dois países da Europa de Leste, salienta que "basta fazer a troca directa pela carta portuguesa, porque já pertencem à União Europeia. Uma solução que não oferece muita segurança rodoviária, porque nesses países as aulas de formação e as provas de condução não são tão exigentes como em Portugal".

Pelo contrário, em muitos outros casos, cidadãos estrangeiros que possuem carta de condução do seu país de origem e passam a ter residência habitual em Portugal - durante pelo menos 185 dias por ano civil - não podem fazer a troca directa pelo documento português.

"Têm de se submeter à realização de um exame prático de condução, embora não seja necessário frequentarem aulas para o fazer", esclareceu a mesma fonte. Revelou que nestes casos "incluem-se os países africanos de língua oficial portuguesa, China, Paquistão e Índia, entre outros".

Quando o estrangeiro não tiver suficiente conhecimento da língua portuguesa pode requerer ao serviço competente de viação a nomeação e intervenção de tradutor.|

In Diário de Notícias

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MensagemEnviado: Sábado Fev 09, 2008 1:08 am 
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Mais de dez mil detidos sem carta no ano de 2007

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ANA MAFALDA INÁCIO

Em 2007, a PSP deteve 8272 pessoas que conduziam sem habilitação legal, mais 166 do que em 2006. A GNR deteve precisamente o mesmo número de indivíduos que no ano anterior, 2139.

Ao todo, e tendo em conta os dados das duas forças de segurança, foram realizadas 10 411 detenções. A maioria envolveu cidadãos portugueses, embora "comecem a ser detectados cada vez mais indivíduos oriundos de países fora do espaço Schengen, que se encontram a trabalhar no nosso País, mas que não conseguem obter a documentação necessária legal de imediato ou que não possuem sequer os requisitos exigidos pela legislação nacional para a obtenção da licença", justificou o major Lourenço da Silva, da Brigada de Trânsito da GNR. A situação é tanto mais preocupante quanto se sabe que, em 2004, por exemplo, e segundo dados da ex-Direcção-Geral de Viação, que 2000 acidentes tiveram a intervenção directa de condutores sem carta. Destes, 1500 ficaram feridos e 72 acabaram por morrer.

No entanto, as autoridades são categóricas ao afirmarem que tais dados não significam que há nas estradas mais condutores sem carta. Se este número de infracção tem vindo a aumentar é porque se tornou "mais fácil a detecção de infracções através dos meios informáticos de que dispomos, nomeadamente o Sistema de Contra-Ordenação de Transportes (SCOT), utilizado nos computadores portáteis dos carros-patrulha e que dá acesso à base de dados oficial", sublinhou o major. De acordo com a estatística da Guarda, o aumento significativo deste tipo de crime registou-se precisamente de 2005 para 2006, quando este modelo foi posto em prática e o número de detidos na sua área de jurisdição passou de 1496 para 2139.

Fonte da PSP corrobora também esta versão. "Tem a ver com duas situações: uma maior actividade operacional das forças de segurança e com o facto de se poder interagir com a base de dados da Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária". Só na cidade de Lisboa, em 2007, a polícia apanhou 1047 condutores sem carta, em 2006, 772 e, este ano, só em Janeiro, já contabilizou 33. No ano passado, na capital foram ainda detidos 108 pessoas que conduziam com carta apreendida e, em 2006, 209. Mas da estatística global de detidos, as autoridades incluem os condutores sem carta e os que apresentam documentação falsa, embora à luz da legislação portuguesa se esteja perante dois tipos de crime, o da prática sem habilitação legal e falsificação de documentos (ver caixa em baixo).

As razões para o crime são várias. Segundo as autoridades, há "umas que tentam tocar o coração, outras a razão", mas todas têm o mesmo objectivo. "Há quem refira ter cometido o crime para acorrer a uma situação de emergência, como levar um familiar a um hospital e não se ter lembrado sequer dos documentos", contou fonte policial. Outros, alegam questões económicas . "Há quem assuma que a carta é cara e que sempre conduziu sem ser apanhado", sublinhou a fonte. Quanto aos cidadãos estrangeiros, a maioria dos detectados sem carta é oriunda de países que não integram a UE. "Muitos não possuem os requisitos exigidos, acabando por 'comprar documentação falsa'", disseram-nos. Para as autoridades, não é possível traçar um perfil do infractor com rigor, no entanto, a experiência revela que a maioria dos detidos tem entre 25 a 50 anos, habilitações literárias deficientes e dificuldade com a língua portuguesa.|


In Diário de Notícias


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MensagemEnviado: Segunda Fev 18, 2008 6:27 pm 
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2008-02-18 - 00:30:00

Tragédia em Amarante
Mariana morreu na passadeira


José Rebelo

Familiares da criança não escondiam a dor da perda de Mariana, que aos 11 anos não resistiu a um atropelamento

Aquela maldita passadeira já roubou a vida do meu sogro, agora foi a minha querida filha que morreu colhida por um carro.” As palavras espelham a dor do pai da menina de 11 anos atropelada mortalmente no local que apelidou de passadeira da morte, em Telões, Amarante. Após dois dias em que lutou pela vida no Hospital de São João, no Porto, Mariana morreu ontem de manhã em consequência dos graves ferimentos.

A família, que há nove anos já enfrentou o luto do avô materno da menina, atropelado no mesmo local, concentrou-se ontem em casa para chorar a perda. “Quando o meu o sogro foi colhido precisamente no mesmo local a minha menina assistiu a tudo e escapou por pouco à morte”, desabafou Joaquim Ferreira, o pai, lembrando que também a sogra foi duas vezes atropelada naquela passadeira.

O acidente que vitimou Mariana aconteceu na sexta-feira às 17h00, depois de ter saído do autocarro que a trazia da escola. Um automóvel com matrícula espanhola, conduzido por um jovem de 28 anos que regressou a Portugal para assistir ao enterro do pai, na véspera, ultrapassou o autocarro (o traço contínuo da estrada está gasto e pouco visível), acabando por atropelar Mariana, que atravessava à frente do autocarro.

Como todos os dias, à mesma hora, a mãe estava à sua espera em casa, com o lanche na mesa da cozinha. Mariana não bateu à porta. “Era a nossa menina mais nova, quem trazia a alegria em casa. Roubaram-nos a nossa felicidade, não sei como vamos conseguir ultrapassar a dor”, continuou o pai.

Também os colegas da escola que ontem queriam saber do estado de saúde da amiga ficaram em estado de choque ao saber da morte. “Tinha tantos projectos que queria realizar no futuro. O que tinha de melhor era a força e alegria de viver” disse ao CM António Lage, padrinho da pequena.

Durante os dias em que a Mariana esteve internada nas Urgências de neurologia do hospital, entre a vida e a morte, o telemóvel não parava de tocar: “Estávamos sempre a receber SMS de apoio dos colegas, que pediam a Deus para a salvar”, explicou o pai. Amanhã, dia do enterro da criança, a população, em sinal de protesto, admite cortar a estrada.

"NÃO ESTÁ PREVISTO BAIXAR A VELOCIDADE": José Miguel Medeiros, secretário de Estado da Protecção Civil

– O Código Penal devia ser mais severo para quem atropela?

– Em 1995 a pena máxima de homicídio negligente, que era de três anos, passou a ser de cinco em situações de negligência grosseira, sobretudo por causa dos homicídios negligentes no âmbito rodoviário.

– O Governo já dispõe de números concretos sobre atropelamentos em 2007?

– Como é sabido, o número de mortos na estrada foi, em 2007, de 958. Os parcelares serão incluídos no Relatório de Anual de Sinistralidade Rodoviária, público em Março.

– A redução da velocidade em localidades poderá atenuar os atropelamentos?

– A velocidade máxima de circulação dentro das localidades é de 50 km/h. Não está decidida ou prevista nenhuma alteração.

– O que pode o Governo fazer para acabar com os atropelamentos junto a escolas?

– Está em debate a Estratégia Nacional de Segurança Rodoviária. A defesa do peão e em especial das crianças ocupa um lugar relevante. Está a ser elaborada uma Carta dos Direitos dos Peões, para garantir a sua protecção – que passa por medidas ao nível de sinalização, passadeiras, fiscalização e campanhas de sensibilização.

"TIVEMOS MAIS SORTE DO QUE A MARIANA"

Cátia Soares foi colhida há quatro anos na mesma passadeira. “Estava a atravessar a estrada quando de repente apareceu um automóvel. Ainda tentou travar mas não foi a tempo” contou ao CM a jovem que também se juntou à família enlutada. A vítima também tinha 11 anos, mas ao contrário de Mariana sobreviveu. “Fiquei com várias fracturas e metade da cara desfeita. Mas tive mais sorte que a Mariana”, explicou a jovem estudante que também vive na freguesia de Telões.

MAIS SEGURANÇA

O atropelamento mortal da menina foi o último episódio trágico de uma longa lista de acidentes naquela localidade. Onde todos apontam a falta de sinalética como principal causa dos desastres. “Nem parece uma cidade. As placas não estão visíveis, a linha contínua já não se vê, não há uma paragem condigna para o autocarro. Apesar dos acidentes acontecerem ninguém faz nada”, desabafou Paulo Correia, tio da pequena Mariana.

BT DEFENDE EDUCAÇÃO CÍVICA

“O problema dos atropelamentos não é uma questão de desinvestimento. É de educação.” A frase é do major Lourenço da Silva, responsável pelas relações públicas da Brigada de Trânsito da GNR, e representa a posição daquela força em relação aos mais recentes casos de atropelamentos em passadeiras.

“Se repararmos, nos últimos anos, em resultado da visibilidade atingida por algumas acções de sensibilização, o poder local foi obrigado a melhorar as condições em muitos locais considerados perigosos. No entanto, isso não acabou com os acidentes”, esclarece antes de apresentar a solução possível.

“Educação, educação, educação. Tanto para os automobilistas como para os peões. Neste caso específico de Amarante o condutor que ultrapassou o autocarro na passadeira é um inconsciente. Nunca poderia tomar a decisão de fazer aquela manobra. Mas também questiono quem colocou a paragem antes da passadeira. Ao mesmo tempo, e isto pode parecer atroz, aquela criança deveria ter sido ensinada – pelos pais, pelos professores – que nunca se atravessa em frente a um autocarro, mesmo estando numa passadeira.”

Para Lourenço da Silva este problema “só terá solução a médio ou longo prazo”. “É preciso começar a educar as pessoas na altura em que começam a ser peões. E ir sempre transmitindo uma educação para a segurança rodoviária que permita a sua transformação em automobilistas conscientes.”

OUTRAS VÍTIMAS

RIO MAIOR - 01/08

Uma carrinha de transporte de pão tirou a vida a Sandrine Correia, em Rio Maior, no início deste ano.

LISBOA -11/07

Neuza e Filipa tiveram morte imediata ao serem atropeladas numa passadeira com semáforos na Av. Infante D. Henrique.

PENAFIEL - 11/07

Em Novembro Cláudia Fernandes, de 15 anos, foi abalroada na EN106, perto de Penafiel. Não resistiu aos ferimentos.

SETÚBAL - 05/07

Rafaela Rovisco, aluna da Escola Secundária de Bocage, foi uma das vítimas mortais desta passadeira. Foi atropelada em Maio.

CASTANHEIRA - 03/07

Reinaldo Xarana, de 69 anos, morreu atropelado por um camião na Castanheira do Ribatejo.

VIANA - 01/08

Um idoso de 80 anos foi atropelado a 18 de Janeiro em Viana do Castelo. Dez dias antes uma mulher morreu na cidade.

TIRES - 11/07

Alexandre, de seis anos, morreu ao ser atropelado a 4 de Novembro de 2007 na passadeira com a avó e o irmão, em Tires.

CORUCHE - 10/07

Emília Oliveira foi atropelada por um carro que seguia

a 150 quilómetros por hora, em Fajarda, Coruche.

ACIDENTES DE JANEIRO A NOVEMBRO

NOTAS

FUNERAL AMANHÃ À TARDE

O funeral da pequena Mariana está marcado para amanhã à tarde, no cemitério de Amarante, onde o avô também está sepultado. A autópsia à criança vai ocorrer durante o dia de hoje.

INÍCIO DE 2007 PIOR

Entre 1 de Janeiro e 7 de Fevereiro de 2007 houve 91 mortos (mais 25 do que em 2008) e 243 feridos graves (mais 11 do que no ano anterior)

CARNAVAL TRÁGICO

Entre 1 e 7 de Fevereiro, período do Carnaval, foram registados 13 mortos e 45 feridos graves em resultado de acidentes de viação

66 MORTOS EM 2008

Do início do ano até dia 7 de Fevereiro foram registados 66 mortos e 232 feridos graves em resultado

de acidentes de viação

PARAGEM COM RESGUARDO

Cátia Soares já foi atropelada no mesmo local. Critica a falta de segurança e diz que também deveria haver uma paragem com resguardo

HOMICÍDIO NEGLIGENTE

O condutor pode vir a responder por homicídio negligente. O Código Penal prevê uma pena até três anos ou multa.

CINCO ANOS POR CRIME GROSSEIRO

Se for provado que se tratou de negligência grosseira o condutor pode ser punido com uma pena de prisão até cinco anos.

ACIDENTES DE JANEIRO A NOVEMBRO

ATROPELAMENTOS

Acidentes com vítimas: 2006 / 2007

Dentro das localidades: 5066 / 4977

Fora das localidades: 295 / 317

Total – 5361 / 5294

Mortos: 2006 / 2007

Dentro das localidades: 79 / 81

Fora das localidades: 40 / 44

Total – 119 / 125

Feridos Graves: 2006 / 2007

Dentro das localidades: 508 / 481

Fora das localidades: 49 / 78

Total – 557 / 559

Feridos Ligeiros: 2006 / 2007

Dentro das localidades: 4878 / 4807

Fora das localidades: 240 / 233

Total – 5 118 / 5040

Total vítimas: 2006 / 2007

Dentro das localidades: 5465 / 5369

Fora das localidades: 329 / 355

Total - 5794 / 5724

Mortos / F. Graves / F. Lig.

2006: 763 / 3188 / 40052

2007: 791 / 2871 / 39395

Peões: 125 / 559 / 5040

Velocípede: / 27 / 95 / 1207

Motos: 182 / 753 / 7068

Ligeiros: 394 / 1370 / 25032

Pesados : 33 / 47 / 786

Peões mortos - Por mês

2006 / 2007 /Variação

Janeiro: 16 / 13 / -3

Fevereiro: 11 / 15 / 4

Março: 11 / 8 / -3

Abril: 8 / 10 / 2

Maio: 5 / 5 / 0

Junho: 8 / 8 / 0

Julho: 7 / 6 / -1

Agosto: 11 / 10 / -1

Setembro: 10 / 16 / 6

Outubro: 12 / 13 / 1

Novembro: 18 / 21 / 3

Total: 117 / 125 / 8

Peões mortos - Grupo etário

Menos de 14 anos: 5 / 6 / 1

15-19: 3 / 0 /-3

20-24: 0 / 2 / 2

25-29: 3 / 3 / 0

30-34: 1 / 8 / 7

35-39: 7 / 10 / 3

40-44: 9 / 4 / -5

45-49: 6 / 6 / 0

50-54: 6 / 5 / -1

55-59: 10 / 3 / -7

60-64: 17 / 11 / -6

Mais de 65: / 48 / 65 / 17

Total: 117 / 125 / 8

A morte de Mariana não vai entrar na estatística, já que esta apenas contabiliza os mortos no local do acidente ou a caminho do hospital.

Alexandre Panda / M.C. / J.C.R.

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MensagemEnviado: Domingo Mar 23, 2008 1:24 am 
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Operação Páscoa: 5 mortos e 11 feridos graves em 2 dias

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Cinco mortos e 11 feridos graves é o balanço dos dois dias da «Operação Páscoa 2008», realizado pela Brigada de Trânsito da GNR, que começou às 00:00 de quinta-feira e se prolonga até às 24:00 de domingo.
De acordo com o Tenente Silva Lopes, da GNR, o dia de sexta-feira ficou marcado pela existência de quatro mortos e oito feridos graves.

Nos dois dias da «Operação Páscoa 2008» registaram-se 432 acidentes, menos 85 do que em 2007, dos quais resultaram cinco mortos (igual número ao do ano passado) e 11 feridos graves (menos um do que no ano transacto).

Segundo a mesma fonte foram ainda contabilizados 106 feridos ligeiros, menos 33 do que em 2007.

No âmbito da Operação Páscoa, cerca de 1.700 militares da GNR, 800 patrulhas e 700 viaturas patrulham as estradas portuguesas, centrando a sua atenção sobretudo no excesso de velocidade, de álcool e de substâncias psicotrópicas, uso do cinto de segurança, transporte de crianças, estado de conservação dos pneus e iluminação.

Para evitar acidentes, a Brigada de Trânsito aconselha os automobilistas a moderaram e adaptarem a velocidade à estrada e às condições climatéricas, a guardarem a distância necessária do veículo da frente, usarem cinto de segurança e não ingerirem bebidas alcoólicas.

Diário Digital/Lusa
22-03-2008 10:40:39

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MensagemEnviado: Segunda Mar 31, 2008 4:17 pm 
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Casal espanhol morreu no IP4
Bragança



Quatro pessoas ficaram feridas na colisão de dois veículos

Dois mortos e quatro feridos é o balanço de um acidente ocorrido hoje pelas 15:45 no IP4, ao quilómetro 200, quando dois veículos, de matrículas espanhola e portuguesa, embateram nas proximidades da freguesia de Mós, concelho de Bragança, noticia a agência Lusa.

Segundo a Brigada de Trânsito da GNR de Bragança, as vítimas mortais são um casal espanhol, que seguiam no sentido Macedo de Cavaleiros-Bragança, em direcção a Espanha.

Os quatros feridos ligeiros são portugueses, todos familiares que seguiam no outro veículo.

Na operação de socorro foram envolvidas oito viaturas de bombeiros e 22 homens das coorporações locais.

Lusa, 2008-03-31
In Diário de Trás-os-Montes

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MensagemEnviado: Quarta Abr 02, 2008 4:11 pm 
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Acidentes causam uma morte a cada 13 horas e 13 minutos


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Pedro Curvelo

No primeiro trimestre deste ano, os acidentes de viação nas estradas de Portugal continental provocaram 167 mortes, o que corresponde a uma média de um óbito a cada 13 horas 13 minutos e 18 segundos. Nos primeiros três meses de 2007, registou-se uma morte a cada 10 horas 20 minutos e 6 segundos.

Segundo os dados divulgados esta quarta-feira pela Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária (ANSR), entre 1 de Janeiro e 31 de Março, os acidentes rodoviários causaram 167 vítimas mortais, 566 feridos graves e 8.857 feridos ligeiros. Estes números comparam com 209 mortos, 687 feridos graves e 9.498 feridos leves registados nos primeiros três meses de 2007.

Lisboa, com 26 vítimas mortais, e Porto, com 22, foram os distritos com maior número de óbitos. No extremo oposto encontram-se Vila Real, com duas mortes, e Portalegre, com três.

O número de mortes diminuiu em 12 distritos, tendo aumentado em cinco e permanecido igual num.

Os dados da ANSR têm por base a informação recolhida pela GNR e PSP e apenas contabiliza como mortes as vítimas que falecem no local do acidente.


02-04-2008 14:28:46
In Diário Digital

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MensagemEnviado: Segunda Abr 14, 2008 10:30 am 
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[color=#000000Colisão de um comboio com um automóvel, na Linha do Douro, provoca a morte da condutora do automóvel, numa passagem de nível sem guarda, em Recezinhos, Penafiel [/color]


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MensagemEnviado: Sexta Abr 18, 2008 11:41 pm 
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Homem morre carbonizado em acidente de viação

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AMADEU ARAÚJO, Viseu

"O carro começou a deitar fumo e as pessoas pediram extintores. Vejo que já lá está uma ambulância e, enquanto o carro ardia, uma pessoa pediu uma navalha para cortar o cinto e resgatar o condutor. Depois, o fogo alastrou e as pessoas tiveram de se afastar."

É desta forma que Sílvia Maria, a condutora que seguia atrás de um dos veículos envolvidos num acidente em Cavernães, Viseu, descreve os momentos de aflição depois do sinistro - que acabou por vitimar um homem de 55 anos, que morreu carbonizado.

O acidente ocorreu cerca das 13.22 na EN229, quando o Audi, onde seguiam um emigrante de 75 anos e a mulher, que se deslocava para Viseu, colidiu de frente com um Peugeot, que se despistou, incendiando- -se em seguida. Neste carro circulava um indivíduo de 55 anos residente em Aguiar da Beira, para onde se deslocava. A viatura entrou em despiste, incendiou-se, enquanto o condutor ficou no interior, encarcerado, e acabou por morrer.

No local parou ainda uma ambulância, dos Bombeiros de Sátão, que se deslocava para Viseu e que terá tentado apagar o incêndio e resgatar o condutor. Segundo Sílvia Maria, "a ambulância que vi foi embora e só depois chegou o INEM, mas já não havia nada a fazer".

Ao DN, Bento Duarte, comandante dos Bombeiros do Sátão, disse que esta "ambulância, de transporte, ia para uma consulta. Parou, tentou apagar o incêndio e socorrer a vítima. Quando viu que já não havia nada a fazer, e como no local estava uma outra ambulância que também por ali passava, seguiu para a consulta".

O relato é corroborado por um dos tripulantes da segunda ambulância, dos voluntários viseenses, a dar assistência no local. Segundo um bombeiro desta corporação, "vimos que já não havia nada a fazer. Ficámos no local enquanto a ambulância do Sátão seguiu".

O condutor do Audi, natural de Trancoso, foi transportado para o hospital de Viseu por uma outra condutora que parou instantes após o acidente. Ontem, ao final do dia, permanecia internado no hospital de Viseu e, de acordo com Luís Viegas, porta-voz da unidade de saúde, "queixava-se de dor torácica e foi submetido a exames médicos".

A equipa de investigação de acidentes da Brigada de Trânsito também já ouviu o condutor mas por enquanto não avançou justificação para o acidente. A circulação na via foi restabelecida cerca das 17.00.

A EN229, que faz a ligação entre Viseu e o Norte do distrito, é, de acordo com os números da Brigada de Trânsito da GNR, a estrada do distrito de Viseu onde ocorrem mais acidentes. Os autarcas servidos pela via têm reclamado a sua requalificação, situação que foi garantida pelo ministro das Obras Públicas quando em Março esteve em Viseu.

Esta semana foram dados a conhecer os números da sinistralidade do primeiro trimestre no distrito de Viseu. Houve 1220 acidentes dos quais resultaram cinco mortos. As estradas nacionais 16, 222, 229 e 234 são as mais mortíferas.

In Diário de Notícias

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MensagemEnviado: Terça Mai 13, 2008 11:26 am 
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Pais suspeitam de negligência em despiste mortal do filho

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SUSANA PINHEIRO, Braga

Pedro Ferreira morreu, aos 29 anos, num acidente de viação, em Braga.

Os pais, Graça e Abílio Ferreira, querem obter respostas sobre as circunstâncias em que se deu o acidente, pois suspeitam que poderá ter havido negligência de terceiros. Segundo testemunhas, a via "estaria obstruída" pela viatura do Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM) e por outro carro acidentado - o que o porta-voz do organismo recusou ao DN. Entretanto, corre um inquérito no Tribunal de Braga.

Já passaram 13 dias mas as perguntas em torno do acidente fatal não saem da cabeça de Graça e Abílio. "Porque é que o Pedro teve necessidade de fugir para o passeio e se despistou quando existem três faixas de rodagem naquela via? O que estaria a obstruí-las?", questiona o pai. "Por uma questão de justiça", os pais de Pedro Ferreira querem saber o que realmente aconteceu e ver ainda esclarecidas outras questões: "Em que posição estavam as outras duas viaturas que ocupavam a via no sentido em que o Pedro seguia? Se a via estava totalmente obstruída, que alternativas ele tinha?".

O despiste do Mazda, conduzido por Pedro Ferreira, foi o segundo de três acidentes seguidos na madrugada de dia 1, na Avenida Dr. Salgado Zenha. Segundo uma testemunha ocular, que quis manter o anonimato, por volta das 03.00, um acidente anterior, envolvendo um Smart, terá causado "um apagão naquela zona". A condutora seguia no sentido Norte-Sul (piscinas - Continente) quando embateu e derrubou um poste de iluminação, localizado no separador central daquela avenida. Depois de galgar o separador central, o carro ficou atravessado e imobilizado na faixa esquerda do sentido contrário.

Foi nesse lado da via, no sentido Sul-Norte, que, por volta das 03.25, o Mazda se despistou, embatendo no passeio do lado direito da via. O veículo colidiu numa árvore, imobilizando-se depois contra uma segunda árvore. O carro capotou. A testemunha relatou ao DN que o acidente ocorreu quando "a ambulância do INEM, na faixa da direita, estaria a fazer inversão de sentido". O porta-voz do INEM nega e garante que "a ambulância só se moveu depois do segundo despiste para lhe apontar os faróis". Adianta que "no momento em que se dá o segundo acidente [envolvendo o Mazda], um dos tripulantes encontra-se no exterior e o outro dentro da célula sanitária (traseira da ambulância). Não está ninguém a conduzi-la". Segundo explicou, "existem normas a cumprir e a ambulância estacionou de forma a servir de escudo" ao Smart. "O carro não se despistou por causa do INEM", afiançou. Os pais crêem que o filho não terá tido visibilidade para o acidente do Smart devido a esta zona ser antecedida por uma curva e o separador central da via ser constituído por rede e "sebes com mais dois metros de altura". Realçaram ainda que "o piso estava seco e não existem marcas de travagem do carro."|

In Diário de Notícias

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MensagemEnviado: Quinta Jun 19, 2008 5:46 pm 
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A5: Circulação retomada após acidente violento entre pesados

A circulação já foi retomada, embora de forma ainda condicionada, na A5, após um violento acidente, pela 1:10, que envolveu dois veículos pesados.

A total normalização da auto-estrada, que liga Lisboa a Cascais, só deverá acontecer na parte da tarde.

O trânsito foi aberto no sentido Lisboa-Cascais, mas apenas em duas das três faixas desta via, isto após um acidente entre dois pesados, que provocou mesmo um incêndio que demorou meia hora a ser extinto.

O trânsito foi reaberto nas faixas da esquerda e central, continuando fechado na via direita, para que continuem os trabalhos de limpeza dos destroços provocados por este acidente.


19-06-2008 9:54:54
In Diário Digital

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MensagemEnviado: Quarta Jul 02, 2008 5:44 pm 
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Acidentes matam uma pessoa a cada 12 horas e 28 minutos

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Os acidentes de viação nas estradas de Portugal continental provocaram 350 mortos e 1.149 feridos graves nos primeiros seis meses deste ano, o que representa uma morte a cada 12 horas e 28 minutos, indicam os dados divulgados esta quarta-feira pela Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária (ANSR).

O número de óbitos diminuiu em 34 face ao primeiro semestre do ano passado, enquanto o número de feridos graves foi inferior em 325 vítimas.

Dos 18 distritos, o número de fatalidades recuou em 10, manteve-se inalterado num – Viana do Castelo – e aumentou em sete.

As maiores reduções nas vítimas mortais registaram-se em Faro (-20), Setúbal (-11), Santarém (-9), Leiria (-7) e Viseu (-7).

Aveiro (+11), Beja (+8) e Lisboa (+5) foram os distritos onde os óbitos mais aumentaram.

Lisboa regista o maior número de mortes (49), seguida do Porto (45) e Aveiro (35).


02-07-2008 16:55:05
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MensagemEnviado: Domingo Ago 17, 2008 12:39 am 
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Três dias de situações de risco põem polícia na rua

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DANIEL LAM

Segurança. GNR fiscalizou 8464 automobilistas e deteve 139

As autoridades policiais reforçaram neste fim-de-semana prolongado as acções de patrulhamento um pouco por todo o País, devido ao facto deste período coincidir também com o final da primeira quinzena de Agosto e o início da segunda, quando muita gente parte de férias e outros regressam ao trabalho. A tudo isto junta-se ainda o jogo de futebol da Supertaça Cândio de Oliveira - esta noite, no Estádio do Algarve -, a Volta a Portugal em Bicicleta, o festival musical Boom em Idanha-a-Nova, as procissões a Fátima e mais uma série de feiras e romarias.

Um conjunto de eventos que resulta num acréscimo de tráfego rodoviário e em situações de maior risco em termos de segurança pública, declarou ao DN fonte policial: "Mais de 1100 militares da Brigada de Trânsito da GNR reforçam o patrulhamento nas estradas nacionais, contando com o apoio de outras unidades, trabalhando todas em conjunto".

Junto de fonte da GNR, o DN soube que desde quinta-feira "decorrem em todo o País várias operações a nível de comando local, que podem envolver outras forças de segurança".

Entre as 00.00 e as 08.00 de ontem, a GNR realizou uma operação de fiscalização rodoviária a nível nacional, que envolveu 1158 militares.

Dos 8464 condutores fiscalizados, 115 foram detidos por excesso de álcool, 18 por condução sem carta e seis por outras irregularidades. Destas acções resultaram 1209 autos de contra-ordenação, 1154 dos quais por infracções ao código da estrada.

Ainda de acordo com a GNR, os militares detectaram 252 veículos em excesso velocidade entre os 6592 que foram controlados. Ao teste de alcoolemia foram submetidos 2901 condutores, tendo sido detectados 291 casos de excesso.

A GNR detectou também 48 situações de não utilização do cinto de segurança, 22 casos de viaturas sem seguro de responsabilidade civil e 29 sem a inspecção periódica.

Os dados da sinistralidade mais recentes reportam-se a quinta-feira, dia em que a Brigada de Trânsito da GNR registou 284 acidentes, que causaram cinco mortos e 77 feridos, quatro dos quais em estado grave.

Durante a tarde de ontem o tráfego intensificou-se na auto-estrada do Norte, em direcção ao Santuário de Fátima, e na auto-estrada do Sul, rumo à região algarvia.|

In Diário de Notícias

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MensagemEnviado: Domingo Ago 17, 2008 5:54 pm 
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Corpo descoberto várias horas depois de acidente

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JOSÉ ANTÓNIO CARDOSO, Vila Real

Alijó. Despiste provoca queda em ribanceira com 30 metros

Um homem de 34 anos perdeu a vida, ontem de madrugada, quando a viatura que conduzia se despistou na estrada municipal que liga Pegarinhos a Santa Eugénia, em Alijó. De acordo com as autoridades, o acidente deverá ter-se verificado ao início da madrugada e tudo aponta para que Sandro Pinto, segurança, residente em Gaia, não tenha conseguido desfazer uma curva, caindo numa ribanceira com cerca de trinta metros. O corpo foi projectado, tendo o carro caído por cima da vítima esmagando a parte superior do cadáver.

Sandro Pinto estava a passar férias na terra de onde era natural, Pegarinhos, Alijó, e conhecia muito bem a estrada, não tendo as autoridades apurado até agora a causa do desastre. Arnaldo Ferreira, proprietário do café Central, era um dos amigos de infância de Sandro Pinto, e foi ele, juntamente com dois colegas, quem descobriu o corpo, após o alerta dado por um morador em Santa Eugénia que disse ter-lhe parecido ver um carro no fundo de uma ribanceira.

"Fomos de imediato para o local e, depois de procurarmos, descobrimos uma viatura lá no fundo; descemos e vimos o carro por cima de um corpo, de que apenas se viam as pernas, alertámos a GNR e os bombeiros e só depois de ser ter tirado o carro de cima do corpo pudemos identificar a vítima", relata o amigo.

O DN apurou junto das autoridades que o acidente terá acontecido às primeiras horas de sábado, tendo apenas sido detectado cerca das 10.00. O corpo de Sandro Patrício foi removido para o Instituto de Medicina Legal de Vila Real, onde será autopsiado. A vítima era casada e deixa um filho de cerca de três anos e a mulher grávida de sete meses.

Mais a sul, em Pombal, outro despiste com capotamento de um veículo ligeiro provocou a morte a um homem com cerca de 40 anos. Segundo disse ao DN o comandante dos Bombeiros Voluntários de Pombal, João Costa, o acidente aconteceu pouco depois das 07.00 na estrada municipal que liga o IC2 ao IC8, em Barco, Pombal. A vítima foi transportada para o hospital já sem vida. O piso molhado poderá ter sido uma das causas do despiste.

No concelho de Chaves, na A24, próximo da saída para Vidago, um despiste provocou um ferido ligeiro. O acidente ocorreu por volta das 11.30, quando Sérgio Quinto, um jovem de 27 anos, residente em Lisboa, que conduzia um carro ligeiro de passageiros de alta cilindrada perdeu o controlo da viatura. | Com PAULO SILVA REIS, CHAVES, e SUSANA LEITÃO

In Diário de Notícias

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MensagemEnviado: Segunda Ago 18, 2008 4:30 pm 
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Dois mortos no sábado, operação iniciada há um mês regista 68 mortos

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Ontem às 20:03

Duas pessoas morreram sábado nas estradas portuguesas devido a acidentes rodoviários, elevando para 68 o número de vítimas mortais desde que há um mês começou a operação «Estrada Segura» da Brigada de Trânsito da GNR.
Os 281 acidentes ocorridos no sábado causaram ainda três feridos graves e 104 feridos ligeiros.


Comparativamente ao mesmo período do ano passado, morreram menos oito pessoas e registaram-se menos 2.080 acidentes, sendo que também o número de feridos é menor - menos 84 graves e menos 610 leves.

A operação «Estrada Segura» está a decorrer desde 15 de Julho e vai prolongar-se até 15 de Setembro.

In TSF

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Choque em cadeia na CREL faz dois mortos e seis feridos
MensagemEnviado: Domingo Nov 30, 2008 5:23 pm 
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Choque em cadeia na CREL faz dois mortos e seis feridos

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DANIEL LAM

Sinistralidade. As estradas portuguesas ficaram ontem marcadas pela ocorrência de pelo menos cinco acidentes graves, que envolveram 13 viaturas e causaram a morte a cinco pessoas e ferimentos noutras 19. Consequências da falta de cuidado quando se conduz com chuva e vento, diz fonte da GNR

Acidente na área de Loures envolveu sete automóveis

As estradas portuguesas serviram ontem de palco a vários acidentes graves nas áreas de Loures, Leiria, Évora e Fafe. A situação mais complicada ocorreu na Circular Regional Exterior de Lisboa (CREL/A9), junto a Loures, onde uma colisão em cadeia envolvendo sete viaturas, causou a morte a duas pessoas e ferimentos ligeiros noutras seis.

Segundo informações recolhidas pelo DN junto de fonte da Brigada de Trânsito (BT) da GNR, o acidente ocorreu pelas 14.30, no sentido Sul- -Norte, ao quilómetro 16,8 da CREL, à saída do túnel de Montemor, pouco antes do acesso para a auto-estrada do Oeste (A8) e Loures.

Na sequência do acidente, que poderá estar relacionado com o facto do piso estar escorregadio devido à chuva, o trânsito teve de ser interrompido na CREL, formando extensas filas de carros parados, que chegaram a prolongar-se pelo interior do túnel de Montemor.

Pelas 16.55, a circulação foi completamente cortada nas três vias da CREL, enquanto vários reboques faziam complicadas manobras para retirar da estrada as viaturas acidentadas.

Uma carrinha station wagon preta, que foi envolvida neste choque em cadeia, saltou pelo ar e ficou com as rodas do lado esquerdo em cima do separador central de betão, o que espelha bem a violência do acidente.

Entretanto, vários elementos procediam à limpeza da via, varrendo vidros estilhaçados e pedaços de outros materiais das viaturas sinistradas. Todas estas operações foram executadas sob chuva intensa, vento forte e até granizo, envolvendo mais de uma dezena de elementos da BT da GNR, da Brisa, de corporações de bombeiros locais e de empresas de reboques.

Os seis feridos foram transportados ao Hospital de S. Francisco Xavier, em Lisboa, enquanto o trânsito na CREL ficou normalizado às 17.50.

Em Reguengos de Monsaraz, uma pessoa morreu e quatro ficaram feridas numa colisão frontal entre dois veículos, pelas 10.55, na EN256, revelou fonte do Comando Distrital de Operações de Socorro de Évora.

Os feridos, três em estado grave e um ligeiro, foram transportados para o Hospital de Évora. O trânsito esteve condicionado até às 14.00.

Em Porto de Mós, uma pessoa morreu e outras duas ficaram feridas quando a viatura em que seguiam se despistou, cerca das 13.50, em Tremoceira, na estrada que liga esta localidade a Cruz da Légua, relatou fonte do Centro Distrital de Operações de Socorro de Leiria.

Na região Norte, um homem de 45 anos morreu, cerca das 00.45, na sequência de um despiste de um veículo ligeiro na Via Circular de Fafe. De acordo com fonte dos bombeiros de Fafe, o acidente ter-se-á devido a uma conjugação de excesso de velocidade e piso molhado.

Segundo o adjunto António Leite Freitas, "o acidente deu-se numa zona que tem uma curva a subir". O indivíduo, casado, "saiu da faixa de rodagem e foi embater num poste no separador central".

"O condutor devia seguir com excesso de velocidade, porque, ao embater no poste com o lado direito do carro, este dobrou todo", adianta a mesma fonte. Os bombeiros acreditam ainda que o condutor, que residia na freguesia de Ribeiros, seguia sem cinto de segurança. "Poderia ter escapado se levasse cinto", adianta o adjunto dos bombeiros de Fafe.

Além dos Bombeiros de Fafe, estiveram no local a Viatura Médica de Emergência e Reabilitação e pessoal do INEM. "Ainda tentamos reanimá--lo no local, mas não aguentou", disse explicando que "o choque foi muito violento". Com H.R. e LUSA

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Menos mortos no IP4 em 2008
MensagemEnviado: Segunda Jan 05, 2009 11:25 pm 
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Menos mortos no IP4 em 2008
Trás-os-Montes


Desde que abriu ao tráfego há 13 anos o IP4

2008 foi o ano em que morreram menos pessoas no IP4 desde que a via-rápida que liga o Nordeste Transmontano ao Porto abriu ao tráfego, há 13 anos, ano em que a estrada ainda fez uma vítima mortal.

Desde que abriu ao tráfego há 13 anos o IP4, entre Amarante e Bragança, já fez cerca de 250 vítimas mortais e mais de 380 feridos graves. Só em 2004, o ano mais sangrento, foram registadas 33 mortes.

Em 2008, ano de menor mortandade, há a lamentar a perda de cinco vidas, duas delas faleceram em acidentes nos dias 29 e 31 de Dezembro, uma em Amarante e outra em Mirandela. Somente em 1993 houve menos mortos do que em 2008, com uma vítima, mas à época a via ainda não estava totalmente concluída, e só viria a ser inaugurada em 2005.

Em 2007 haviam morrido sete pessoas, ano em que também já se verificou uma tendência para a redução. O decréscimo do número de acidentes com vítimas mortais e com feridos graves tem vindo a diminuir desde 2005, após terem sido realizadas várias obras de melhoramento, ao nível da instalação de separadores centrais ou pilaretes nos pontos negros. Melhoramentos que \"contribuíram para dissuasão de ultrapassagens e para a diminuição das colisões frontais, anteriormente muito frequentes\", referiu Luís Bastos, presidente da Associação de Utilizadores do IP4. No entanto, este responsável salienta ainda outras razões para a diminuição da sinistralidade, nomeadamente a maior consciencialização dos condutores para os perigos da via, moderando a velocidade, fruto das campanhas de sensibilização realizadas e a abertura ao trânsito de duas auto-estradas em Trás-os-Montes (A7 e A24) \"que retiraram algum tráfego ao IP4\", explicou.

O ideal seria não haver vítimas, uma evolução que o dirigente associativo espera. Obras vão arrancar este ano e o traçado entre Vila Real e Bragança vai apresentar a duplicação do IP4.

A fase de obras é motivo de preocupação para Luís Bastos, que recomenda a tomada de medidas de precaução para evitar acidentes de trânsito. \"Apesar de tanto no IP5 como no IP4, nos anos em que foram realizadas obras, a sinistralidade ter tido uma tendência a baixar, porque a velocidade é mais reduzida, deve-se acautelar-se a possibilidade\", acrescentou.


Glória Lopes in JN, 2009-01-05
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3 000 pessoas aderiram aos sms de alerta de radares
MensagemEnviado: Domingo Mai 31, 2009 3:57 pm 
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3000 pessoas aderiram aos sms de alerta de radares

por VALENTINA MARCELINO
Hoje

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A Autoridade de Segurança Rodoviária pediu ao MP e às polícias para tomarem medidas em relação à empresa que promove o serviço por suspeita de ilegalidade, mas o director da Radar 4554 garante que a lei não é infringida.

O serviço consiste em informar, através de mensagens no telemóvel, a localização de radares de controlo de velocidade e operações stop de controlo de álcool. Numa semana, segundo o director da empresa, Paulo Almeida, "já aderiram mais de 3000 pessoas". As dúvidas sobre a legalidade do sistema levaram o Ministério da Administração Interna (MAI) a pedir ao Ministério Público (MP) e às Forças de Segurança, que "definissem medidas que considerem necessárias".

Para já, ninguém avança com inquéritos-crime. A PSP e a GNR confirmaram ao DN que estão "atentas" ao caso. Até agora, nenhuma destas forças de segurança detectou actividade que configure a prática de um crime. Buscas à sede da empresa ou apreensão de material não se colocam até porque, como explicou o director da Radar 4554, "a central de recepção e envio das mensagens está fora do País" .

Para a Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária (ANSR) as possíveis ilegalidades resumem-se a infracções ao Código da Estrada (ver caixa). Neste caso, serão os condutores penalizados: se estiverem a utilizar o telemóvel para ler ou enviar mensagens escritas ou por utilizar equipamento que detecta "a presença" de " instrumentos" para detecção das infracções". Esta última contra-ordenação poderia aplicar-se também à empresa, contudo, o seu director, Paulo Almeida, garantiu ao DN que "não é utilizado qualquer equipamento ilícito para localizar os radares e enviar a sua localização para os subscritores dos polícias".

De acordo com este responsável, "a informação é dada pelos próprios assinantes do serviço, os quais, quando vão na estrada e se apercebem da presença de radares ou operações stop, enviam uma mensagem para a central, a qual, por sua vez, após confirmar que a fonte é fidedigna, a reencaminha para os assinantes da zona em causa".

Da parte das polícias existe a preocupação de que este tipo de serviço possa ser utilizado por organizações criminosas para "escaparem aos controlos, por exemplo, de armas ou material roubado, que muitas vezes são detectados em operações stop. Estas não servem apenas para fazer fiscalização de álcool, muitas vezes fazem parte de operações montadas para despistagem de criminalidade grave", explicou fonte oficial.

Paulo Almeida não acredita que "os grandes criminosos precisem deste sistema para saber onde estão as operações stop da polícia". Acrescenta que o objectivo da prestação do seu serviço "é apenas contribuir para a prevenção rodoviária, informando as pessoas onde estão os radares para que abrandem a velocidade" e frisa que "nem sequer se dá a localização exacta dos radares, precisamente para evitar que as pessoas apenas diminuam a velocidade quando passam por eles". Este princípio é, no entanto, contraditório, com algumas das mensagens recebidas, como se pode ver na fotografia desta página.

Paulo Almeida salienta que este serviço existe "noutros países e conta com a colaboração da polícia, que compreende o seu carácter de prevenção de sinistralidade". Além da alegada "bondade" do serviço, o negócio é inegável. Cada alerta recebido custa 72 cêntimos. O investimento de 70 mil euros deverá ser recuperado num ano.

In DN

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IUC:Finanças enviam alertas por email
MensagemEnviado: Sexta Jun 05, 2009 6:25 pm 
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Imposto Único de Circulação: Finanças enviam alertas por email

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A Direcção Geral de Impostos alerta cerca de 720 mil contribuintes sobre mês de pagamento do IUC.

Em comunicado, o Ministério das Finanças e da Administração Pública informa que a DGCI está a enviar, desde o mês passado, mensagens electrónicas a contribuintes obrigados a efectuar o pagamento do Imposto Único de Circulação (IUC).

Em Maio, foram enviadas 220 mil mensagens aos contribuintes que tinham veículos com data de matrícula naquele mês, alertando para a obrigação de pagamento do IUC.

Está agora a decorrer o envio de cerca de 500 mil mensagens aos contribuintes que devem efectuar o pagamento do IUC durante o corrente mês de Junho.

O envio destas mensagens de correio electrónico destina-se a ajudar os contribuintes no cumprimento voluntário das suas obrigações fiscais, evitando assim que incorram em custos adicionais derivados do incumprimento do prazo legal, nomeadamente juros e coimas.

Embora a lei que regula o IUC não obrigue a Administração Fiscal a enviar este tipo de informação, a DGCI está a iniciar a prestação deste serviço aos contribuintes, no âmbito do Plano para a Qualidade no Serviço ao Contribuinte, recentemente aprovado pelo Ministério das Finanças e da Administração Pública.

Uma das estratégicas do Plano para a Qualidade é a aposta numa política activa de interacção e comunicação com os contribuintes, informando-os dos seus direitos e das suas obrigações, tornando mais fácil e menos oneroso o exercício da cidadania e aumentando a competitividade do sistema fiscal. A DGCI pretende investir cada vez mais na ajuda ao cumprimento voluntário dos cidadãos e das empresas, evitando os custos associados ao incumprimento.

Com a reforma da tributação automóvel, foi alterada de forma significativa a tributação dos veículos, passando o pagamento do imposto a ser efectuado no mês da respectiva matrícula.

A liquidação do IUC pode ser efectuada pelo próprio sujeito passivo no Portal das Finanças em www.portaldasfinancas.gov.pt ou em qualquer serviço de finanças. As pessoas colectivas estão obrigadas a liquidar através da Internet.

A partir de agora, a DGCI vai enviar, no início de cada mês, um e-mail informativo aos contribuintes proprietários de veículos com data de matrícula desse mês para que estes efectuem a liquidação e pagamento do IUC dentro do prazo previsto na lei e não incorram em custos adicionais por pagamento fora do prazo.

A DGCI só enviará mensagens electrónicas informativas aos contribuintes que tenham aderido ao serviço de envio de e-mails.

Para exercer a sua vertente pedagógica a DGCI utilizará como canal privilegiado de comunicação com os contribuintes as mensagens electrónicas (e-mail ou SMS).

Os contribuintes podem aderir ao envio deste tipo de informação de apoio, devendo para tal indicar no Portal das Finanças o seu endereço electrónico e o seu número de telemóvel, na opção Dados Pessoais, Dados Portal das Finanças.

Ao longo deste ano a DGCI vai expandir este procedimento de alerta a outras obrigações fiscais.

In Msn Notícias

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Professora eleva para cinco mortes no IP4 este ano
MensagemEnviado: Sexta Jun 26, 2009 4:36 pm 
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«Reforço de campanhas»
Bragança


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Professora eleva para cinco mortes no IP4 este ano

Uma condutora morreu, ontem, num troço do IP4 onde, no início do ano, o passageiro de um autocarro perdeu a vida. Professora de Miranda do Douro poderá ter adormecido, segundo o condutor do camião contra o qual embateu.

Ainda 2009 vai a meio e o IP4 já fez mais vítimas mortais do que em todo o ano passado. A última vítima foi uma mulher que morreu ontem, num acidente em Bragança. A Associação de Utilizadores do IP4 reclama o reforço de sensibilização para a sinistralidade na via, que está outra vez em curva ascendente.

A vítima de ontem era uma professora de 40 anos, residente em Miranda do Douro, e circulava na direcção Quintanilha -Bragança, cerca das 15 horas. Segundo as autoridades, colidiu frontalmente com um camião de matrícula espanhola, ao quilómetro 221, a poucos metros do local onde, em Janeiro, um despiste de um autocarro fez um morto.

O veículo em que seguia a professora saiu da faixa de rodagem e embateu de frente no pesado que circulava no sentido contrário. Devido ao impacto, o camião foi contra o rail, tendo ficado com o depósito de combustível e um pneu rebentados. O motorista do camião, Miguel Rios, não ficou ferido, e adianta como causa provável do acidente \"que a condutora pode ter adormecido\". O segundo comandante dos Bombeiros de Bragança, Carlos Martins, disse que a colisão foi \"muito violenta\", o que obrigou a utilizar meios de desencarceramento para retirar a vítima. O trânsito esteve cortado mais de meia hora.

Luís Bastos, da Associação de Utilizadores do IP4, disse, ao JN, que o troço entre Bragança e Quintanilha, nomeadamente, aquele local, nunca estiveram referenciados \"como pontos negros ou zonas de acumulação de sinistralidade\".

Luís Bastos considera necessário voltar a reforçar as campanhas de sensibilização, uma vez que o número de acidentes está a aumentar, \"o que pode estar relacionado com a desatenção dos condutores e a prática de velocidades excessivas\". Aquele responsável não excluiu a influência de uma possível redução das acções de fiscalização relacionadas com as alterações internas na BT, e a falta de manutenção da via, após a transferência da concessão para a empresa que vai construir a A4.

Glória Lopes in JN, 2009-06-26
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Re: Dossier Acidentes e assuntos de viação
MensagemEnviado: Segunda Ago 17, 2009 12:13 am 
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Acidente trágico
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Dois mortos e dois feridos graves em acidente no IP4 às portas de Bragança


Mais um violento acidente no IP4. Ontem à noite, um despiste seguido de atropelamento provocou dois mortos e dois feridos graves.

José Fernandes, o comandante dos Bombeiros de Bragança, explica o que aconteceu.“Há o despiste de uma viatura onde vinham quatro ocupantes. Um deles foi projectado e colhido por outra viatura que seguia atrás. A GNR está a apurar as causas do acidente. Todas as vítimas tinham na casa dos 30 anos.

O acidente aconteceu ao quilómetro 197 do IP4, na recta de Sortes, por volta das 22h30. Um Renault Clio que seguia no sentido Vila Real-Bragança, entrou em despiste, capotando em seguida. Uma das ocupantes foi cuspida e acabou atropelada por um Citroën Xsara que seguia no mesmo sentido, sofrendo morte imediata.

Neste segundo automóvel seguia um casal de emigrantes, originário de Alfândega da Fé, que regressava a França. A outra vítima mortal viajava ao lado do condutor.Segundo o comandante dos Bombeiros de Bragança, este é um dos acidentes mais violentos que aconteceram no IP 4 nos últimos anos.“Já assisti a alguns acidentes e este é um dos mais graves. É numa recta, há dois mortos e as causas ainda não estão apuradas. E depois, porque houve um atropelamento, coisa que não costuma acontecer.
As vítimas resultam normalmente de embates frontais ou despistes. Aqui uma das vítimas foi colhida e não sabemos se a morte resulta de atropelamento ou do acidente”, concluiu José Fernandes.

Os dois feridos ligeiros são uma outra mulher, grávida, com diversas escoriações e uma ferida na cabeça, e o condutor do veículo que se despistou, o mesmo indivíduo que há seis meses foi esfaqueado numa avenida de Bragança. Os bombeiros de Bragança fizeram deslocar ao local quatro ambulâncias e uma viatura de desencarceramento.
O trânsito esteve condicionado durante mais de duas horas, para remoção dos corpos e limpeza da via.

Com este acidente são já seis os mortos no IP4 só este

Brigantia, 2009-08-16
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Re: Dossier Acidentes e assuntos de viação
MensagemEnviado: Segunda Ago 17, 2009 12:24 am 
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Acidente trágico
Distrito de Bragança


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Dois mortos e dois feridos graves em acidente no IP4 às portas de Bragança


Mais um violento acidente no IP4. Ontem à noite, um despiste seguido de atropelamento provocou dois mortos e dois feridos graves.

José Fernandes, o comandante dos Bombeiros de Bragança, explica o que aconteceu.“Há o despiste de uma viatura onde vinham quatro ocupantes. Um deles foi projectado e colhido por outra viatura que seguia atrás. A GNR está a apurar as causas do acidente. Todas as vítimas tinham na casa dos 30 anos.

O acidente aconteceu ao quilómetro 197 do IP4, na recta de Sortes, por volta das 22h30. Um Renault Clio que seguia no sentido Vila Real-Bragança, entrou em despiste, capotando em seguida. Uma das ocupantes foi cuspida e acabou atropelada por um Citroën Xsara que seguia no mesmo sentido, sofrendo morte imediata.

Neste segundo automóvel seguia um casal de emigrantes, originário de Alfândega da Fé, que regressava a França. A outra vítima mortal viajava ao lado do condutor.Segundo o comandante dos Bombeiros de Bragança, este é um dos acidentes mais violentos que aconteceram no IP 4 nos últimos anos.“Já assisti a alguns acidentes e este é um dos mais graves. É numa recta, há dois mortos e as causas ainda não estão apuradas. E depois, porque houve um atropelamento, coisa que não costuma acontecer.
As vítimas resultam normalmente de embates frontais ou despistes. Aqui uma das vítimas foi colhida e não sabemos se a morte resulta de atropelamento ou do acidente”, concluiu José Fernandes.

Os dois feridos ligeiros são uma outra mulher, grávida, com diversas escoriações e uma ferida na cabeça, e o condutor do veículo que se despistou, o mesmo indivíduo que há seis meses foi esfaqueado numa avenida de Bragança. Os bombeiros de Bragança fizeram deslocar ao local quatro ambulâncias e uma viatura de desencarceramento.
O trânsito esteve condicionado durante mais de duas horas, para remoção dos corpos e limpeza da via.

Com este acidente são já seis os mortos no IP4 só este

Brigantia, 2009-08-16
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Re: Dossier Acidentes e assuntos de viação
MensagemEnviado: Terça Set 01, 2009 3:27 pm 
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Morreu ferido grave do acidente em Baião

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O número de vítimas do acidente em que um automóvel foi colhido por um comboio em Baião, subiu para cinco. Um rapaz de 16 anos, que tinha sido transportado para o hospital de São João, acabou por não resistir aos graves ferimentos.

Uma colisão entre um veículo ligeiro e um comboio ocorrida cerca das 6:00, numa passagem de nível sem guarda na Linha do Douro, em Baião, provocou quatro mortos e três feridos graves. O autarca local diz que o acidente deve ter como causa uma distracção do condutor, num local de elevada perigosidade. No caminho para o hospital de Penafiel, uma ambulância com dois feridos sofreu um acidente.

Dois dos três feridos graves do acidente entre um veículo ligeiro e um comboio na zona de Baião que deram entrada no Centro Hospitalar do Tâmega e Sousa, em Penafiel, estão "estáveis" apesar da gravidade dos ferimentos.

O terceiro ferido grave, um rapaz de 16 anos politraumatizado, foi transportado para o Hospital de S. João, no Porto.

A colisão deu-se no lugar de Ponte Quebrada, freguesia de Santa Leocádia, concelho de Baião.

Doentes clinicamente estáveis

Em declarações à Lusa, o director do Serviço de Urgência do Hospital de Penafiel, Paulo Santos, disse que um dos feridos, um jovem de 15 anos, apresenta "traumatismo craniano" mas encontra-se "clinicamente estável".

O segundo ferido que ali deu entrada, uma mulher de 60 anos politraumatizada, encontra-se em "estado grave mas estável".

"Neste momento, ambos estão a fazer exames auxiliares de diagnóstico, encontrando-se sob vigilância clínica", acrescentou, citado pela Lusa.

Distracção fatal

Segundo o presidente da câmara de Baião, em declarações à SIC Notícias, o acidente deve ter ocorrido devido a uma distracção do condutor, mas avisa que a passagem de nível onde se deu o acidente "é perigosa e já devia estar fechada há muito".

Ambulância acidentada e bombeiros feridos

A ambulância que transportava para o Hospital de Penafiel dois dos três feridos graves sofreu um acidente que provocou ferimentos nos três bombeiros que seguiam a bordo.

Fonte da corporação adiantou à Lusa que o acidente ocorreu na portagem (A4) de Guilhufe, Penafiel, no caminho para o Hospital, mas "não agravou a situação dos dois feridos graves que transportava".

"Foi uma colisão lateral na zona da portagem e os três bombeiros ficaram feridos, dois deles ainda estão em observação e um já teve alta", disse à Lusa o 2/o comandante do Bombeiros de Baião, Orlando Rodrigues, que está a coordenar as operações.

De acordo com Orlando Rodrigues, "suspeita-se que um dos bombeiros tenha sofrido uma lesão cervical". O socorro aos bombeiros e aos feridos transportados na ambulância sinistrada foi prestado pela Cruz Vermelha.

O acidente com a ambulância ocorreu a menos de 500 metros do Hospital de Penafiel.

Sobe para cinco o número de mortes do acidente em Baião

O número de vítimas do acidente em que o um automóvel foi colhido por comboio, em Baião, subiu para cinco. Um rapaz de 16 anos, que tinha sido transportado para o hospital de S. João, acabou por não resistir aos graves ferimentos sofridos.

As outras vítimas mortais são o presidente da Junta de Freguesia de Santa Leocádia, Manuel Guedes, de 55 anos, Sérgio Joaquim Vieira Pereira (55 anos), condutor e proprietário do veículo, Manuel Joaquim Monteiro Lucas (67 anos) e Filomena Rosa Rodrigues Carvalho Pereira (63 anos).

No hospital de São João no Porto permanece internado um adolescente de 15 anos, primo do outro jovem que faleceu, e no Hospital Padre Américo, em Penafiel, está uma mulher de 60 anos.

As sete vítimas circulavam num veículo particular de cinco lugares que foi colhido pelo comboio. O acidente ocorreu cerca das 06.00, numa passagem de nível sem guarda na Linha do Douro no lugar de Ponte Quebrada, freguesia de Santa Leocádia, concelho de Baião.

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Re: Dossier Acidentes e assuntos de viação
MensagemEnviado: Quinta Set 17, 2009 1:38 pm 
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Adolescente conduziu seis amigas para morte brutal

por Alfredo Teixeira e Roberto Bessa Moreira
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Choque frontal matou sete jovens estudantes de curso profissional. Seguiam todas em veículo comercial apenas de dois lugares. Condutora levou viatura sem conhecimentos dos pais.

A jovem condutora da carrinha que ontem se despistou na variante de Cavalum, em Penafiel, causando a sua morte e de seis colegas, saiu de casa sem que os pais soubessem que tinha levado a comercial de dois lugares. O habitual é que Tânia Rodrigues da Silva, de 18 anos, se deslocasse de autocarro para o centro de formação que frequentava. Ontem levou a Renault Kangoo e transportava as outras seis amigas, com idades compreendidas entre os 17 e os 19 anos, na hora de almoço. Uma sentou-se ao seu lado e as restantes entraram para a zona de transporte de mercadorias. No despiste morreram todas.

Era para ser um dia de festa. Os alunos do curso profissional de Contabilidade do Centro de Formação do Sector Terciário do Porto, mas ministrado em Penafiel, tinham o último dia de aulas do segundo ano e já regressariam às instalações do Inforfiel, como discentes do último ano que daria equivalência ao 12.º ano.

As aulas estenderam-se até às 13.00, hora a que Andreia, Carla, Célia, Cláudia, Fernanda e as duas Tânias se juntaram para um almoço que prometia ser longo, pois à tarde não havia aulas. Entraram todas para a Renault Kangoo, um veículo ligeiro de mercadorias só com dois lugares, com cinco delas a sentarem-se na parte de trás da carrinha.

Rumaram em direcção à variante de Cavalum, uma via externa ao núcleo urbano penafidelense, e ainda não tinham percorrido cinco quilómetros quando aconteceu o acidente. "A carrinha deve ter-se despistado e capotado na curva, indo depois bater na viatura que seguia em sentido contrário. Depois, voltou a capotar", explicou o comandante dos Bombeiros de Penafiel, António Rodrigues.
Almiro Mateus, presidente da Associação de Pais e Amigos dos Deficientes Mentais (APADIMP) de Penafiel, instituição na qual trabalhavam as três mulheres que seguiam na Mercedes Vito envolvida no acidente, corrobora a versão. "A condutora referiu que lhe apareceu um carro pela frente. Nem teve tempo de travar", revelou.

Brígida Gaspar, administrativa, Joana Sousa e Sofia Charrua, ambas terapeutas, vinham do McDonald's, restaurante no qual os utentes da APADIMP almoçam todas as quartas-feiras. As três foram transportadas para o Hospital Padre Américo, onde foram assistidas apenas a ferimentos ligeiros.

Já as ocupantes da Renault Kangoo morreram logo no local. "Ainda se tentou a reanimação, mas de nada valeu. A própria chapa cortou as raparigas", declara o comandante dos Bombeiros.

Foi o presidente da Junta de Freguesia de Rio de Moinhos, vila do concelho de Penafiel de onde era oriunda uma grande parte das vítimas, quem se deslocou ao café O Ferreiro, na Avenida dos Jogueiros, para dar a notícia aos pais da condutora. O estabelecimento fica no rés-do-chão da moradia onde a família habita. O pai de Tânia é ferreiro e conta com a ajuda do irmão, de 17 anos, na oficina anexa. A mãe dirige o café. Incrédulos pelo sucedido foram para o Hospital de Penafiel para reconhecerem o corpo da filha. Com o impacto, as jovens ficaram irreconhecíveis.

Tânia, com carta de condução há meses, estava no 12.º ano na secundária de Rio de Moinhos mas frequentava o curso de formação profissional. "Era uma rapariga alegre e muito amiga dos pais", conta Elisa Brás, vizinha da família, que não compreende como a jovem levou a carrinha da mãe em vez do Opel Corsa habitual. "Ia até à paragem e depois seguia de autocarro", explica.

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