EDIÇÃO n.º 20 (Dezembro de 2001) |
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POR AMOR DE DEUS,
AO MENOS DESTA VEZ, LEIA: |
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EDITORIAL 1: This is the end
«Não, não estávamos a brincar. Neste número acaba o Eito Fora. [...]
Matámos o Eito Fora para começar de novo. Nós escolhemos mover-nos em terrenos mais exigentes e
movediços do que aqueles que vimos trepando.»
Editorial de Rui A. Araújo, C. Chaves e P. Araújo |
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PASSATEMPO: CruzadEITO
Para ganhar fôlego, umas singelas palavras cruzadas.
MÁQUINA DO TEMPO: Tres Annos!
Editorial da última edição da Illustração Trasmontana (1910).

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Reviver o passado em Vilarelho:
EITOS 0, 1 e 2
O que fica das pobres edições inaugurais é o quanto elas contrastaram com a restante imprensa regional. O
que dói é que isso não se devia a qualquer mérito nosso — mas à miséria alheia.
EITO 3
No número três a coisa requintava-se. "Manifestos" era o tema da capa. Graficamente, o pobre Eito, que já
aparentava diferenciar-se, ia procurando melhorar.
EITO 4
Continuávamos a explorar o filão do Rui Ribeiro, o nosso fotógrafo de eleição. Na secção
de opinadores a irrisão acentuava-se.
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EITO 5
Atentos às vozes da terra, soubemos, pela primeira vez, respeitar as suas aspirações. Nasceu O Jeito — A
voz dos Aguiarenses, suplemento humorístico.
EITO 6
Número de aniversário. Tempo de dar voz às forças vivas do concelho. Saiu, nesta edição,
o artigo mais concorrido de todos os publicados no Eito Fora: "Sexo Oral".
EITO 7
Polémicas, críticas, clero cavernícola. E uma correspondente a escrever sobre direitos dos animais desde
Cambridge. Chique.
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EDITORIAL 3: Um fim é sempre o começo duma nova viagem
«Não sei exactamente por que chegámos aqui. Porém, sinto com a maior das evidências que
não podia ser de outra maneira. Há qualquer coisa que nos torna senhores de nós e do futuro.»
Editorial de Vítor Nogueira |
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EDITORIAL 2: Um passo em frente
«Agora que o ambiente circundante se perfila para nos absorver, numa tentativa de nos tornar numa mascote politicamente
incorrecta (mas inofensiva, porque previsível), levantamo-nos e trocamos-lhe as voltas.»
Editorial de Fernando Gouveia
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Reviver o passado em Vilarelho:
EITO 8
Junho de 1999 foi um mês especialmente quente. Nada nos tirava das esplanadas e havia um jornal para fazer. Não
houve entrevistas, quase não houve reportagens — houve improviso.
EITO 9
Em Agosto vivia-se o difícil referendo sobre a independência de Timor Leste. In extremis, chegou-nos uma
reportagem exclusiva sobre esses dias na antiga colónia portuguesa. Parámos as rotativas e botámos mãos
à obra.
EITO 10
Esta foi uma edição de merda: O nosso "Merdicionário" foi um êxito (o que prova que há merdas
que vendem).
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EITO 11
Excelente entrevista de Paulo Vaz de Carvalho. Excelente capa de Elsa Garcia. Reincidência de O Jeito.
EITO 12
O grupo de teatro Visões Ùteis estava acampado na casa florestal de Arnal, no Parque Natural do Alvão.
Fomos vê-lo actuar na aldeia de Lamas de Olo. Em entrevista tínhamos J. B. César, o jornalista mais
interessante de todo o reino transmontano. Se calhar o único.
EITO 13
Esta edição comprovou que há razões para ser supersticioso, ainda que não acreditemos.
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EDITORIAL 4: Eito
«dele só se via a minúscula figura. e a sombra erecta que no seu rasto levava.»
«a sombra do caminheiro está-lhe colada ao corpo da mesma forma que se lhe colaram as reflexões na mioleira.»
Editorial de Luísa Costa e Manuel Guimarães |
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EDITORIAL 5: Navegar é preciso
«[...] salve-se a memória da aventura que enfuna a vela do gosto por rumar contra marés de lodo.
Agora que é finda a viagem, com nova terra à vista, anunciada pelo capitão, não há tempo
para nostalgias.»
Editorial de Maria Filomena
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Reviver o passado em Vilarelho:
EITO 14
A faraónica catedral de Bragança servia de mote para provocações onde se maltratava o clero, a nobreza
e o povo. Todo o espectro social, enfim.
EITO 15
Por uma vez, saímos em defesa do Maravilhoso Reino Transmontano. Movidos sabe-se lá por que remorso, apresentámos
ao mundo ignaro as "Sete Maravilhas de Trás-os-Montes".
EITO 16
No nosso terceiro aniversário decidimos atribuir prendas à imprensa regional transmontana — desta forma provando
que a lemos.
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EITO 17
Quisemos concorrer com a Caras. Fomos por aí a baixo, que é como quem diz, levámos as nossas augustas
pessoas ao Jet Set lisboeta.
EITOS 18 e 19
Mantendo-se a par das tendências, o Eito apresentou o seu orçamento rectificativo (já não vamos
a tempo de apresentar o segundo...). Aumentámos, finalmente, o preço para 300 escudos.
E mais, muito mais!
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EDITORIAL 6: Viagem através das palavras
«Quando se vive a escrita, princípio e fim são dois pontos do mesmo círculo, encontram-se ou
confundem-se, se a roda mantiver o mesmo ímpeto criador. A força inicial não se perde nem esgota:
expande-se em outras formas.»
Editorial de José Ferreira Borges |
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EDITORIAL 7: É absurdo imaginar o início da voz
«o absurdo de alguém a olhar o início de uma folha.»
Editorial de Eugénio Branco

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| Dar largas ao narcisismo:
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REPORTAGEM: Eu quero o meu pyjama
«Esta reportagem não se deve confundir com uma espécie de memorial ou obituário — De
Pyjammes tem história longa, mas frescura de adolescente.»
Reportagem de Rui Ângelo Araújo, Carlos Chaves e Vítor
Nogueira
Fotografias do Arquivo De Pyjammes |
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REPORTAGEM: O melhor amigo do cão
«O primeiro de que um desconhecido se apercebe quando troca duas palavras com o professor José Almeida
é a sua profunda paixão por tudo o que se relaciona com o mundo do cão, e do pastor alemão em
particular.»
Reportagem de Maria Filomena e Fernando Gouveia
Fotografias de Fernando Gouveia |
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OPINIÃO: Uma patusca ideia sobre António Nobre insinuada por Mário Cláudio
Texto de Vasco de Castro
FICÇÃO/HISTÓRIA: Mamona de cima. 1969
«Ouviu na Emissora Nacional que os americanos tinham posto os pés na lua.»
Texto de Luís C. Teixeira
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Saiba o que se seque ao Eito Fora...
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EITO FORA: transmontano sem preconceitos |
Participaram neste número: Carlos Chaves, Eugénio Branco, Fernando Gouveia, José Ferreira Borges,
Luís C. Teixeira, Luísa Costa, Manuel Guimarães, Maria Filomena, Paulo Araújo, Rui Ângelo
Araújo, Vasco de Castro e Vítor Nogueira. |