Número 4. Outubro de 1998
Continuávamos a explorar o filão do Rui Ribeiro, o nosso fotógrafo de eleição. Desta vez
o tema era a EXPO' 98, ou ÉS PÓ 98, no sotaque lisboeta que grafávamos na capa. Fica a excelente fotografia
do Rui.
Ainda na edição 4, o Eito aventurava-se, pela mão do GDCV, nas maravilhas do montanhismo. O nosso
repórter, temeroso, achou por bem levar a garrafa de Grant's — e fez o relato onde o Fugas do Público
se viria a inspirar para outras reportagens vertiginosas.
Na secção de opinadores a irrisão acentuava-se. Fernando Gouveia dizia das boas às bestas dos
neonazis. Eles, dialogantes, retorquiam com ameaças de morte pela Internet.
Pela mão do mesmo Fernando Gouveia, dávamos as boas vindas a um novo jornal que acabava de sair, o
Notícias de Vila Real. Era só o primeiro número, mas não soubemos conter a crítica.
Três anos depois não nos arrependemos. Tínhamos razão.
Ainda houve tempo para ouvir Marcelino Lopes em entrevista. O homem do teatro vila-realense estava zangado com o Delegado da
Cultura do Norte...