edição n.º 20 vai para a página do index da edição
 
antologia
EITO FORA n.os 18 e 19


Reviver o passado em Vilarelho
Capa da edição n.º 18 (rejeitada)
A capa que nós
rejeitámos...

18 Número 18. Julho de 2001

Mantendo-se a par das tendências, o Eito apresentou o seu orçamento rectificativo (já não vamos a tempo de apresentar o segundo...). Aumentámos, finalmente, o preço para 300 escudos. Espantosamente, continuámos a vender (depois disto só nos restava mesmo o suicídio).

Estava já o jornal distribuído em Chaves quando, por caprichos estéticos, resolvemos trocar de capa. Achámos que os leitores, ao rosto de Vasco de Castro, prefeririam as partes pudibundas. (Achámos mal?) Donde, há três ou quatro felizardos que vão enriquecer dentro de poucos anos por serem os únicos proprietários da capa original desta edição, raridade que irá ser disputada com unhas e dentes.

Capa da edição n.º 18 (definitiva)
  Ainda que possa não parecer,
  esta capa foi mais viril...

O texto "Portugal não um país de poetas" foi responsável por mais uma das várias polémicas que rodearam o Eito Fora. (Curiosamente — ou não... — a maioria das discussões propostas pelo Eito só tiveram repercussão fora de Trás-os-Montes. Estarão os transmontanos ainda mais adormecidos do que nós pensamos? Nada, nenhuma ideia, os fará levantar e marcar posição? Haverá algo mais do que couves em Trás-os-Montes?)


Sobre esta edição e a 19 (Setembro de 2001) não falamos mais nada — quem quiser, que as peça à cobrança! Prometemos não aumentar o preço com o advento do euro — embora devêssemos. (Ao dispor exclusivamente de eitófilos e eitómanos.)


'Andarilho', símbolo do EITO FORA

EITO FORA: transmontano sem preconceitos

vai para o topo da página vai para o texto seguinte vai para o texto anterior