Número 18. Julho de 2001
Mantendo-se a par das tendências, o Eito apresentou o seu orçamento rectificativo
(já não vamos a tempo de apresentar o segundo...). Aumentámos, finalmente, o preço para 300 escudos.
Espantosamente, continuámos a vender (depois disto só nos restava mesmo o suicídio).
Estava já o jornal distribuído em Chaves quando, por caprichos estéticos, resolvemos
trocar de capa. Achámos que os leitores, ao rosto de Vasco de Castro, prefeririam as partes pudibundas. (Achámos
mal?) Donde, há três ou quatro felizardos que vão enriquecer dentro de poucos anos por serem os únicos
proprietários da capa original desta edição, raridade que irá ser disputada com unhas e dentes.
 |
Ainda que possa não parecer,
esta capa foi mais viril... |
|
O texto "Portugal não um país de poetas" foi responsável por mais uma das várias
polémicas que rodearam o Eito Fora. (Curiosamente — ou não... — a maioria das discussões propostas
pelo Eito só tiveram repercussão fora de Trás-os-Montes. Estarão os transmontanos ainda mais
adormecidos do que nós pensamos? Nada, nenhuma ideia, os fará levantar e marcar posição? Haverá
algo mais do que couves em Trás-os-Montes?)
Sobre esta edição e a 19 (Setembro de 2001) não falamos mais nada — quem
quiser, que as peça à cobrança! Prometemos não aumentar o preço com o advento do euro —
embora devêssemos. (Ao dispor exclusivamente de eitófilos e eitómanos.)