Por diante da janela
vai a vida correndo devagar,
passando por nós — e nós por ela.
um destino, se é que existe, não se fixa.
homem livre que me acenas, por que estrela te guias?
por que caminho te decides,
diante de cada encruzilhada?
da coragem de viver faz-se o destino.
janela aberta ao universo, a vida é tua.
vai a vida
passando por
um
homem livre que me acena.
por
diante
da coragem de viver
janela aberta ao universo...
vai
passando
um
homem
por
diante
da
janela.
A meio caminho
quando penso no motivo que me leva
a tentar prosseguir esta viagem,
saudade do que ainda não vivi
nos sítios que me falta visitar,
obriga-me a vontade de seguir.
é largo o horizonte que imagino,
porque o mundo não tem fim, nem que lho ponham.
assim é mais fácil ser feliz...
tem graça que, não fosse o teu sorriso,
de volta agora mesmo à minha ideia,
seria sem regresso esta jornada.
quando penso no motivo que me leva
a tentar prosseguir esta
saudade do que ainda
nos
obriga...
é largo o horizonte,
porque o mundo.
assim,
tem graça que, não fosse o teu
de volta,
seria sem regresso esta jornada.
quando
a
saudade
nos
obriga
é
porque
assim
tem
de
ser.